Documentário conta história da Prainha de Itapuí

Documentário conta história da Prainha de Itapuí

Por José Luiz H. Galazzini 27/06/2017 - 14:04

Augusto Zago é formado em Produção Audiovisual atuou como diretor, editor, diretor de fotografia e produtor dos documentários: "O Homem Que Fotografava Árvores" (2016) e agora o mais recente "Memorias de Verão" (2017) e também foi roteirista no curta-metragem experimental "SOMA"(2015), que inclusive foi filmado na feira de Jahu.

O projeto "memórias de verão" faz parte de uma matéria realizada na faculdade de produção audiovisual, mas foi retomado este ano na tentativa de resgatar a história da Prainha de Itapuí, antigo ponto turístico da cidade que teve seu auge por volta da década de 80.

O documentário conta essa história a partir dos depoimentos dos entrevistados que vivenciaram esse auge turístico, além de criticar a falta da conscientização do homem em preservar o meio ambiente.

Apesar de todos saberem histórias em comuns sobre o local, entre as mais famosas sempre citada pelos moradores "a quantidade de ônibus e pessoas de outras regiões que frequentavam a cidade" ou "a antiga ponte que se encontra submersa no fundo do rio Tietê devido a construção da Usina Hidrelétrica de Bariri"

Segundo o autor:

“O próprio nome do documentário já conta um pouco o motivo dele existir, o nome foi dado devido a quantidade de pessoas que se recordam de algo diferente que aconteceu nesse lugar, as coletividades dessas memórias constroem e desconstroem o que realmente aconteceu nessa época (ou, historicamente falando, o mais perto que podemos chegar disso). Mais importante que o local, quais as marcas que essas vivencias e momentos de lazer deixaram nas lembranças de cada um? E talvez seja isso que importe, não é mesmo? Daí surgiu a necessidade de retratar esses momentos que as pessoas de Itapuí e de outras cidades da região vivenciaram, foi algo que me sensibilizou. ”

Os conteúdos foram cedidos pelos moradores e também ex-moradores da cidade que entraram em contato com o Augusto e disponibilizaram fotografias e vídeos de seus acervos pessoais para que juntas elas se tornassem um acervo coletivo e recuperassem a história desse local para as atuais e futuras gerações de sua cidade.