CRIME
Cão enterrado vivo em Jaú não resiste após atendimento na Clínica Veterinária Municipal: busca é pelo autor da crueldade
O caso permanece sob responsabilidade da Secretaria de Proteção e Direitos dos Animais. A pasta reforça que maus-tratos a animais são crime, conforme a legislação brasileira, e que denúncias podem contribuir para a identificação dos responsáveis.

O caso permanece sob responsabilidade da Secretaria de Proteção e Direitos dos Animais. A pasta reforça que maus-tratos a animais são crime, conforme a legislação brasileira, e que denúncias podem contribuir para a identificação dos responsáveis.
O caso de extrema crueldade animal registrado em Jaú teve um desfecho triste nesta terça-feira (3). O cachorro que havia sido encontrado enterrado vivo, em uma área no final da Avenida José Antônio Franceschi, não resistiu aos ferimentos e morreu após receber atendimento emergencial na Clínica Veterinária Municipal.
A informação foi confirmada pelo secretário de Proteção e Direitos dos Animais, Odair Soares, que falou à Rádio Jauense sobre a tentativa de salvar o animal. Segundo ele, o cão chegou em estado gravíssimo, com sinais evidentes de sofrimento extremo. “Fizemos tudo o que estava ao nosso alcance, mas infelizmente o quadro era muito crítico”, afirmou o secretário.
O animal foi localizado por uma munícipe identificada como Jeniffer, que prestou os primeiros socorros e acionou imediatamente a Secretaria de Proteção e Direitos dos Animais. Desde então, o caso passou a ser acompanhado pelo poder público municipal.
Inicialmente, Odair Soares havia informado, por meio das redes sociais, que o cão “lutava pela vida”. Horas depois, veio a confirmação do óbito, o que intensificou a comoção popular.
A divulgação do caso provocou ampla repercussão nas redes sociais e páginas de notícias da cidade. Centenas de internautas manifestaram indignação, tristeza e revolta diante da violência sofrida pelo animal, cobrando justiça e punição aos responsáveis. Comentários destacaram a necessidade de investigação rigorosa e o uso de imagens de câmeras de segurança da região onde o cão foi encontrado.
Até o momento, não há informações oficiais sobre a autoria do crime. A página Tem Coisas Jaú informou que entrou em contato com o poder público para confirmar o registro de Boletim de Ocorrência, passo fundamental para o início das investigações.
O caso permanece sob responsabilidade da Secretaria de Proteção e Direitos dos Animais. A pasta reforça que maus-tratos a animais são crime, conforme a legislação brasileira, e que denúncias podem contribuir para a identificação dos responsáveis.
Novas informações poderão ser divulgadas a qualquer momento, conforme o avanço das apurações.
ABAIXO, ALGUNS COMENTÁRIOS NA PÁGINA “TEM COISAS… JAHU”
A repercussão do caso foi imediata nas redes sociais, especialmente na página Tem Coisas JAHU, onde moradores expressaram indignação, tristeza e pedidos de justiça diante da crueldade cometida contra o animal.
Entre os comentários, Elaine Calderan lamentou o sofrimento do cachorro e fez um apelo emocional:
“Não aguento mais ver tanta maldade com os animais. Muito triste, quanto sofrimento, meu Deus. Proteja nossos bichinhos que são tão indefesos. E que quem fez isso pague. Pode não pagar aqui na Terra, mas da justiça de Deus ninguém escapa.”
Já Lúcia Helena Gomes de Abreu relacionou o caso à perda de valores humanos:
“Cada dia mais as pessoas deixam de acreditar em Deus e passam para o outro lado. Amar os outros como a nós mesmos, nem sabem mais o que isso representa para a vida.”
O internauta Paulo Sérgio também demonstrou revolta com o ocorrido:
“Que crueldade contra um animal indefeso. Eu fico furioso com isso. O ser humano é a pior raça que está em cima desta terra. Tem que achar quem fez isso e punir. Fico indignado.”
Adriana Minzon cobrou providências e investigação:
“Tem que identificar e punir o responsável por essa barbárie. O Condomínio Cafezal tem a obrigação de fornecer as gravações das câmeras, ou será conivente com o crime. Vamos pressionar!”
Por fim, Milene Teixeira Oliveira sugeriu que a divulgação de informações pudesse ajudar na identificação do responsável:
“Basta publicar o rosto e o corpo do animal por inteiro e dar uma recompensa para quem denunciar o vizinho ou conhecido que era o dono do cão. Aparece rapidinho.”