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Sexta, 14 de maio de 2021

Polícia recupera R$ 1,5 milhão de assalto em Botucatu

Segundo a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP), o dinheiro estava dividido em vários malotes

02 de Ago 2020 - 16h:52 Créditos: Jornal da Cidade/Bauru
Crédito: Divulgação/SSP

A polícia conseguiu recuperar aproximadamente R$ 1,5 milhão que foi levado de uma agência bancária no grande assalto que ocorreu em Botucatu nesta última semana. Segundo a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP), o dinheiro recuperado estava dividido em diversos malotes.

Conforme divulgado pelo JC, entre o fim da noite de quarta (29) e o início da madrugada de quinta (30), cerca de 30 homens fortemente armados fizeram populares reféns, interceptaram a saída do Batalhão da PM com um veículo em chamas e explodiram o cofre da agência do Banco do Brasil, no centro do município. Na fuga, eles tentaram furar bloqueios em quatro pontos.

Houve troca de tiros por horas entre os ladrões e a polícia e os suspeitos chegaram a atear fogo em veículos em dois trechos de rodovias para evitar a chegada de reforço.

Dois PMs ficaram feridos na ação, sem gravidade, e um suspeito acabou morto. 

INVESTIGAÇÕES

O caso está sendo investigado pela Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Botucatu, com apoio de policiais da 5.ª Delegacia de Polícia de Investigações sobre Furtos e Roubos a Bancos, do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic).

Além desse valor em dinheiro, a polícia apreendeu também sete fuzis calibre 762, outro de calibre 50, uma metralhadora 9 milímetros e explosivos, além de oito veículos, dois coletes balísticos e um rádio comunicador.

Segundo a SSP-SP, as buscas prosseguem para localizar os autores do crime. Até o fechamento desta edição, ninguém havia sido preso.

Ataques a outras duas cidades

As apurações, segundo o delegado-assistente da DIG de Botucatu, Geraldo Franco Pires, rastreiam o bando após análises periciais no material apreendido, amostras de sangue e impressões digitais. Já se sabe que foi usado o mesmo modo de operação dos ataques em Bauru, em setembro de 2018, e Ourinhos, em maio passado. "É uma apuração que precisa de tempo, mas estamos mobilizados e já temos alguns nomes".


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