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Quinta, 30 de junho de 2022

HOMEM QUE SALTOU DO 7º ANDAR MORAVA SOZINHO E SOFRIA DE DEPRESSÃO, INFORMA HORAH

Família deverá levar o corpo para Apucarana, cidade natal de Marcus

08 de Jun 2022 - 08h:00 Créditos: Reprodução internet
Crédito: Corpo caiu na rampa de acesso à garagem do prédio

O homem que morreu ao cair de prédio na Avenida Dr. Quinzinho, em Jaú, sofria de depressão, segundo delegado que apura o caso. O Jaumais noticiou ontem, apontando para suicídio com base em depoimento de testemunhas. O prédio no qual Marcus Vinícius Macedo Dias morava é o mesmo onde ocorria Descida do Papai Noel. O site HORAH Notícias ouviu o delegado Aldo Lorenzini, que falou sobre o trabalho da polícia. Abaixo ou DIRETO NO HORAH. CLIQUE AQUI

"Foi um barulho horrível”, comentou uma funcionária do condomínio Vale Imperial, na Av. Dr. Quinzinho, proximidades do shopping de Jaú, quando questionada sobre o homem que caiu do 7º andar nesta 3ª feira 7. Marcus Vinícius Macedo Dias tinha 52 anos, era solteiro e morava sozinho em um flat de frente para a avenida e o Parque do Rio Jaú, área nobre da cidade.

“Em seguida ouvi a menina que estava na recepção gritando desesperada. Corri e já vi o corpo no chão”, disse a funcionária, que trabalha no prédio há 12 anos, o mesmo tempo que Marcus residia no local. Ele caiu na rampa de acesso à garagem do prédio, bateu com as pernas na mureta (o granito no local chegou a quebrar com o impacto) e “não se mexeu mais”. PM e SAMU foram acionados na sequência.

“O caso é de suicídio”, resumiu o delegado Aldo Lorenzini, com base nas evidências encontradas no local. Ele confirmou que Marcus “residia sozinho” e que tem familiares em Apucarana-PR. “As irmãs dele foram avisadas e estão vindo pra Jaú. Elas já disseram que vão levar o corpo para sepultar no Paraná”, comentou a funcionária do prédio. Removido do local após a perícia policial, o corpo foi encaminhado ao IML.

Segundo moradores e o delegado Aldo, “a vítima sofria de depressão severa”. Questionado se havia deixado algum bilhete ou mensagem, o policial comentou que “não foi encontrado nada” no flat, mas que prefere aguardar o laudo pericial e o curso das investigações para esclarecimento total do caso.

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