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Sexta, 14 de maio de 2021

Jaú prepara volta às aulas para 2.a feira após Justiça rejeitar recurso da Apeoesp

Recurso dos professores foi negado pela juiza, que não vê problema na legislação municipal

09 de Abr 2021 - 22h:06 Créditos: Paulo César Grange
Crédito: Reunião da Secretaria de Educação com professores

Em que pese uma grande reação contrária de pais, que consideram inseguro encaminhar os filhos para as escolas, a Prefeitura de Jahu reuniu professores nesta sexta-feira para preparar o retorno das aulas presenciais na segunda-feira. Isso será possível porque o governador classificou todo o Estado como fase Vermelha e também porque não prosperou o recurso da Apeoesp, que queria manter apenas de forma remota o ensino.

A Secretaria de Educação reuniu gestores das escolas municipais para discutir as ações que serão tomadas a partir de segunda-feira (12), quando as escolas retornarão às atividades presenciais. Na reunião foram abordados assuntos como: protocolos sanitários, cumprimento dos planos de retomada e os ajustes finais para que este retorno se dê de forma gradual e segura.  

Durante as fases vermelha e laranja, a presença é limitada a até 35% do número de alunos matriculados, sendo a participação nas atividades presenciais facultativa. Ou seja, o aluno só vai se a família decidir. O ensino vai ser mantido de forma híbrida, sendo oferecido o ensino remoto paralelamente.


LIMINAR NEGADA

O jornal digital HoraH Notícias publicou no início da noite que a Justiça negou a liminar ao pedido da Apeoesp para proibir a volta das aulas presenciais. Assim, as aulas nas escolas das municipal e estadual voltam a ser presenciais para 35% dos alunos a partir de segunda.

Decreto municipal do dia 8 autoriza esse retorno gradual, mas recurso do sindicato dos professores tentava manter apenas o ensino remoto, alegando risco de contágio com o retorno de alunos e da comunidade escolar.

"A decisão da juíza Daniela Almeida Prado Ninno, da 3.a Vara Cível do Fórum de Jaú, saiu no final da tarde desta 6.a feira (9). Ela indeferiu o pedido e garantiu a volta às aulas presenciais, que, por sinal, são facultativas (não obrigatórias). 'Não se vislumbra nenhuma inconstitucionalidade na legislação municipal”, escreveu a magistrada, alegando ainda que a prefeitura “conhece todas as informações locais' da pandemia da Covid-19 e a capacidade do sistema de saúde para “aferir a conveniência e oportunidade do retorno progressivo às aulas presenciais", diz trecho da notícia publicada no HORAH.

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