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Sábado, 10 de abril de 2021

Delegado que investiga morte de professor diz que suspeitos negam assassinato, informa HoraH

Delegado diz que 'não houve arrombamento nem qualquer sinal de dano no imóvel, indicando que quem cometeu o crime entrou com a vítima na casa'

18 de Mar 2021 - 20h:30 Créditos: HoraH Notícia
Crédito: Delegado Aldo Lorenzini

O caso da morte a facadas do professor jauense Ricardo Luis Nicola, doutor em jornalismo na Unesp, está sendo investigado pelo delegado Aldo Lorenzini. Dois suspeitos de cometerem o crime foram presos no mesmo dia em São Paulo, onde estavam com o carro da vítima. A dupla foi ouvida por policiais na capital e encaminhados a Jaú. O site HoraH entrevistou o delegado para saber o andamento do caso. A princípio, os dois suspeitos negam terem assassinado o professor e apontam para uma terceira pessoa na cena do crime.

ABAIXO, A REPORTAGEM DO HORAH

Em entrevista exclusiva ao HORAH, o delegado Aldo Eduardo Lorenzini disse que os dois homens presos em SP com o carro do professor Ricardo Nicola “foram interrogados” e “negaram o crime”. Eles passam por audiência de custódia que pode converter a prisão em preventiva. Vítima de latrocínio, o professor foi morto a golpes de faca e deixado em casa, no Jardim Parati, Zona Norte da cidade, de onde os criminosos fugiram com o Honda Civic 2021 dele, celular, cartões bancários e até um aparelho de televisão. O corpo foi encontrado às 11h50 da 4.a feira (17).

Além de negar o crime — apesar das evidências –, Vinícius Canossa (identificado até então apenas pelas iniciais V.G.S.C. e o apelido e Pinguim, morador do Jardim João Balan, Zona Leste de Jaú e envolvido em outros delitos, inclusive furto de dinheiro de uma barbearia) e Diogo R.P.Q. (que seria de SP, tem passagens por violência doméstica e ultimamente estava em Jaú), disseram à polícia que o crime teve a participação de outra pessoa. Segundo Dr. Aldo, eles chegam “a citar um terceiro indivíduo que ainda não foi identificado”.

O assassinato do professor, mestre e doutor em jornalismo Ricardo Nicola, que era funcionário da Unesp, teria ocorrido entre o final da noite de anteontem e a madrugada de ontem. HORAH apurou que foram coletadas digitais no local do crime e materiais genéticos “para tentar comprovar a autoria através dos laudos periciais”, completou o delegado da polícia jauense, que segue com as investigações. Imagens de câmeras de monitoramento e outras possíveis pistas estão sendo averiguadas também e já indicaram que o carro do professor “deixou a residência por volta das 2h16 da madrugada de ontem (17) e, às 5h30 já circulava em SP”, onde os suspeitos foram abordados e presos.

Dr. Aldo informou ainda ao HORAH que “não houve arrombamento nem qualquer sinal de dano no imóvel, indicando que quem cometeu o crime entrou com a vítima na casa”. O velório do professor foi iniciado na noite de ontem e o sepultamento está previsto para 9h30 desta 5.a feira, no cemitério de Jaú.

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