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Domingo, 28 de fevereiro de 2021

Estado de São Paulo supera marca de 50 mil mortes pela Covid-19

Apenas nas últimas 24 horas, foram 331 óbitos e 15.953 casos confirmados da doença

20 de Jan 2021 - 09h:59 Créditos: Assessoria, GovSP
Crédito: Selfie de moradores de Campinas na chegada da vacina à cidade - Foto Dennys Cesares/GovSP

O Estado de São Paulo superou a marca de 50 mil mortes por covid-19 nesta terça-feira (19). O balanço divulgado pela Secretaria Estadual da Saúde mostra que o Estado, epicentro da doença no País, tem 50.318 óbitos e 1.644.225 casos confirmados.

Apenas nas últimas 24 horas, foram 331 óbitos e 15.953 casos confirmados da doença.

Até as 13 horas desta terça, o número de pacientes internados pelo coronavírus era 13.937, dos quais 7.845 estavam em enfermaria e 6.092 em unidades de terapia intensiva. Na Grande São Paulo, 70,5% dos leitos de UTI estão ocupados, enquanto esta taxa chega a 69,7% na rede estadual.

Ao todo, 1.415.873 pessoas no Estado já se recuperaram da doença e todos os 645 municípios têm pelo menos um caso confirmado de infecção. Desses, 613 têm um ou mais óbitos.

ANVISA 

Além de endurecer as medidas de isolamento social no Estado, dentro do Plano São Paulo, o Estado aposta suas fichas na imunização da população.

Ontem, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) concluiu de forma "satisfatória" a primeira avaliação dos documentos encaminhados pelo Instituto Butantan referente ao segundo pedido de autorização de uso emergencial da Coronavac. O instituto brasileiro pediu autorização para o uso de mais 4,8 milhões de doses do imunizante.

A estimativa é que a agência leve no máximo 10 dias para avaliar os pedidos de uso emergencial, mas, neste caso, pode ser mais rápida. Isso porque parte dos documentos sobre o produto já foi analisada pelo órgão ao liberar o uso de 6 milhões de doses do imunizante no último domingo.

De acordo com a agência, os dois pedidos são semelhantes, mas contêm diferenças importantes. O primeiro pedido era sobre vacinas importadas prontas.

Já este, que ainda está em avaliação, trata de doses envasadas pelo próprio Butantan e em uma embalagem diferente. "Muitos documentos, estudos e dados são comuns aos dois pedidos. Não haverá retrabalho."


"A análise da Agência vai se concentrar nas diferenças entre os dois procedimentos e que podem ter impacto na qualidade do produto final. Para produtos sensíveis como vacinas, mesmo pequenas mudanças de equipamento, método e forma de envase podem causar impacto e portanto devem ser olhadas com atenção", informou.

Os insumos dessas 4,8 milhões já estão no Butantan.

PFIZER

A agência reguladora também concluiu a análise das informações enviadas pela Pfizer para verificação do cumprimento das boas práticas de fabricação pela última empresa que participa do desenvolvimento da vacina da Pfizer/BioNTech. Com isso, as quatro empresas que estão envolvidas na formulação do imunizante estão devidamente certificadas.

Também foi concluída nesta terça a análise da segunda empresa que participa do processo de fabricação da vacina desenvolvida pela farmacêutica Janssen-Cilag.

De acordo com a agência, até o momento não há pedido de uso emergencial ou de registro das vacinas da Pfizer/BioNTech ou da Janssen-Cilag.

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