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Sábado, 17 de abril de 2021

Jaú volta a permitir ‘delivery’ no comércio não-essencial e deve liberar igrejas e academias. Falta o decreto

Segundo vereadores, decisões são esperadas por meio de decreto para 'ajustar' o da última semana

25 de Jan 2021 - 15h:28 Créditos: Paulo César Grange
Crédito: Reunião de hoje cedo em foto da SECOM

No dia 22 de janeiro quando anunciou que Jaú iria cumprir à risca a fase Vermelha do Plano São Paulo, o prefeito de Jaú, Ivan  Cassaro, divulgou vídeo no qual dizia que tomou uma decisão necessária diante do avanço da pandemia.  Nesta segunda-feira (25) logo após se reunir com vereadores e comerciantes, segundo vereadores, ele teria voltado atrás, permitindo o funcionamento de atividades não essenciais. Nessa mesma segunda-feira, a Santa Casa de Jahu admitiu que está em colapso por falta de condições de atender à demanda de pacientes com covid.

Logo após a reunião vereadores publicaram em suas redes sociais que o delivery estava liberado no comércio em geral não-essencial, como também igrejas e academias. Regras e algumas restrições seriam definidas por meio de decreto, previsto para até o fim da tarde. Até por volta das 18h não sido publicado o decreto ainda.

Também teria ficado acertado na reunião, segundo vereadores, que uma comissão formada por vereadores  iria se reunir com o Ministério Público para tentar obter apoio e abrir algumas coisas mais. Até bares e restaurantes pleiteiam “vida normal”. Atualmente, eles podem funcionar por meio de delivery ou drive thru.


Edículas e festas na mira - Ficou definida pela proibição do aluguel de edículas e similares para realização de festas. O prefeito também se comprometeu a manter 24 horas de atendimento da Ouvidoria para receber denúncias, como também ampliar a Atividade Delegada da Polícia Militar – uso de policiais de folga para atuar na fiscalização.


Conscientização - “Estivemos em reunião com o prefeito, vice prefeito e os demais vereadores para ajustar um novo decreto para flexibilização. Também vai ser formada uma comissão com alguns vereadores, da qual vou fazer parte, para se reunir com o promotor de justiça para encontrar uma solução aprazível para o comércio”, publicou o vereador Fábio Souza, o mais votado em Jaú na última eleição.

Souza também pediu “encarecidamente que a população colabore evitando aglomerações, use máscara e álcool em gel” e alertou. “Sem a colaboração da população não chegaremos a lugar nenhum.” A aposta de todos é que desta vez a população vai entender a gravidade e cumprir a quarentena como era no princípio de tudo no ano passado.

Nas redes sociais tem manifestação de todo tipo. Na postagem do vereador,  Richard F. Ferraz comentou: “Meu amigo eu não acredito que o comércio ou bares seja o culpado e sim festas clandestina, edículas é todo tipo de bagunça noturna.”


Mudou por quê? – Em outra postagem, Isaltino Amaral Carvalho, questiona mudança repentina da opinião do prefeito. “Pelo amor de Deus, prefeito. Olhe a situação vivida pela Santa Casa. Ocupação máxima. Quase todos os dias temos noticias de mortes por Covid. Bem pior que no inicio da pandemia. O sr. fez um pronunciamento dramático na semana passada, anunciando o lockdown. Não demorou três dias e agora quer flexibilizar? Espere pelo menos 15 dias e depois tome uma posição. Mas não agora. Neste final de semana tivemos nove mortes na Santa Casa. Como é que fica? Não afrouxe. Seja firme e mostre determinação. Em prol da saúde de toda população jauense.”

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