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Segunda, 13 de julho de 2020

Doria vai prolongar quarentena em SP, mas deve deixar cidades com folga para flexibiliar

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25 de Mai 2020 - 21h:55 Créditos: Veja
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Notícia da prorrogação da quarentena nesta segunda-feira quando terminar o prazo do decreto ganharam as páginas e foram muito questionadas; O governador deve permitir a flexibilização em algumas cidades a partir de 1 de junho. Abaixo, veja trecho da reportagem do Veja.

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB),  disse que o próximo período de quarentena será heterogêneo no estado, de acordo com o grau de contaminação de cidades e regiões. Os detalhes serão apresentados em entrevista coletiva marcada para a manhã desta quarta-feira, 27. “Evidentemente que vamos ter uma nova quarentena, mas de forma inteligente e não de forma homogênea, como vem sendo feita”, disse.

6,2 mil mortes e 83 mil casos

O estado de São Paulo registra, nesta segunda-feira (25), 6.220 mortes pelo novo coronavírus. Também já são 83.625 casos da COVID-19, registrados em 510 municípios. Destes, 237 tiveram uma ou mais vítimas fatais da doença.

Hoje, são 11,1 mil pacientes internados, sendo 4.283 em UTI e 6.867 em enfermaria. Até o momento já ocorreram 16.814 altas de pacientes que tiveram confirmação de COVID-19 e foram assistidos em hospitais de SP.

A taxa de ocupação dos leitos de UTI reservados para atendimento a COVID-19 é de 73,8% no Estado de São Paulo e 88,1% na Grande São Paulo.

Perfil da mortalidade

Entre as vítimas fatais estão 3.649 homens e 2.571 mulheres. Os óbitos continuam concentrados em pacientes com 60 anos ou mais, totalizando 72,8% das mortes. Observando faixas etárias subdividas a cada dez anos, nota-se que a mortalidade é maior entre 70 e 79 anos (1.474 do total), seguida por 60-69 anos (1.439) e 80-89 (1.203).

Também faleceram 413 pessoas com mais de 90 anos. Fora desse grupo de idosos, há também alta mortalidade entre pessoas de 50 a 59 anos (905 do total), seguida pelas faixas de 40 a 49 (461), 30 a 39 (245), 20 a 29 (53) e 10 a 19 (17), e dez com menos de dez anos.

Os principais fatores de risco associados à mortalidade são cardiopatia (58,6% dos óbitos), diabetes mellitus (43,3%), doença neurológica (11,3%), doença renal (10,4%) e pneumopatia (9,7%). Outros fatores identificados são imunodepressão, obesidade, asma e doenças hematológica e hepática.

Esses fatores de risco foram identificados em 5.030 pessoas que faleceram por COVID-19 (80,9%).
A relação de casos e óbitos confirmados por cidade pode ser consultada em: https://www.saopaulo.sp.gov.br/coronavirus/.


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