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Domingo, 05 de abril de 2020

Professor alerta: informação é a melhor saída para o combate às fake News

Professor da Anhanguera alerta para importância de checar notícias em fontes confiáveis e dá dicas sobre como se informar sobre o coronavírus

26 de Mar 2020 - 08h:14 Créditos: Divulgação
Crédito: Divulgação

Sempre é bom falar sobre fake news. Nessa nota da Anhanguera Jaú, o professor Mateus Tamura Aranha faz um alerta: não repasse nada sem antes conferir se é verdade.

O número de casos confirmados e de mortes causadas pelo COVID-19, o coronavírus, não param de crescer em todo o mundo. No Brasil, as medidas necessárias para evitar o avanço da doença já estão sendo tomadas, como o isolamento social e o esclarecimento de medidas preventivas para evitar a contaminação. Porém, notícias falsas, ou fake news, como são conhecidas, têm tomado espaço nos aplicativos de mensagens e nas redes sociais.

Desde o surgimento do COVID-19, as notícias sobre a doença têm assustado a população. "Muitas informações são divulgadas a todo momento, mas é importante saber que nem tudo é verdade. Procurar a fonte é indispensável", afirma Mateus Tamura Aranha, professor do curso de Direito da Faculdade Anhanguera de Jaú. Para ajudar no esclarecimento sobre a doença, o Ministério da Saúde criou uma página dizendo o que é verdade e o que não é.

Mateus também explica que há diversas formas de saber se uma notícia é verdadeira. "É preciso verificar em sites de referência e de conhecimento de todos, como veículos de comunicação confiáveis, sites internacionais e principalmente órgãos públicos, sem esquecer de pesquisar diretamente na fonte da notícia. No caso do coronavírus, o recomendado é checar as informações que chegarem sem fonte, pelas redes sociais, por exemplo, no site do Ministério da Saúde. Lembrando que informações que não são verdadeiras, não devem ser levadas em consideração e nem repassadas", ressalta.


O professor da Anhanguera de Jaú ainda alerta que, em algumas situações, divulgar notícias falsas pode ser um ilícito penal. "Alarmar sobre desastre ou perigo inexistente e praticar qualquer ato capaz de produzir pânico ou tumulto é considerado contravenção penal e pode gerar prisão ou multa. O importante é sempre se informar para garantir que estamos seguindo os procedimentos corretos e colaborarmos para o controle da pandemia", afirma Mateus.

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