COPA NO MUSEU

Jauense transforma bola autografada pela Seleção de 1970 em relíquia e leva peça histórica para museu de Jaú

Jauense transforma bola autografada pela Seleção de 1970 em relíquia e leva peça histórica para museu de Jaú
Publicado em 15/06/2026 às 7:53

FONTE: CENTRAL DA NOTÍCIA

Uma relíquia guardada por décadas por um jauense, que nasceu em Joinville, SC, está chamando a atenção de apaixonados por futebol e pela história do esporte. Uma bola autografada pelos jogadores da Seleção Brasileira campeã da Copa do Mundo de 1970 passou de brinquedo de infância a peça de destaque em uma exposição aberta ao público em Jaú.

O protagonista dessa história é o jauense que recebeu a bola ainda criança e decidiu preservar o objeto ao longo dos anos. O cuidado com a peça fez com que ela atravessasse gerações e se transformasse em um dos itens mais valiosos ligados ao futebol brasileiro existentes na cidade. (Trata de João Castro, que trabalha na Secretaria de Cultura atualmente. Mas já esteve na mesma secretaria na gestão do ex–prefeito Rafael Agostini, quando era responsável pelo setor de turismo)

Hoje, o mesmo jauense ocupa a função de diretor do Museu Municipal José Raphael Toscano e exibe ao público a raridade que carrega não apenas valor histórico, mas também uma forte ligação afetiva com sua própria trajetória de vida.

A bola reúne assinaturas de jogadores que fizeram parte da lendária Seleção Brasileira de 1970, equipe que conquistou o tricampeonato mundial e entrou para a história como uma das maiores de todos os tempos. Entre os autógrafos estão nomes que ajudaram a eternizar uma das campanhas mais marcantes do futebol mundial.

A exposição permite que moradores de Jaú conheçam de perto um objeto que normalmente estaria restrito a coleções particulares. Além da bola autografada, o espaço reúne outros itens relacionados às Copas do Mundo e à trajetória da Seleção Brasileira.

Mais do que uma lembrança esportiva, a peça representa a história de um jauense que transformou um presente de infância em patrimônio cultural, ajudando a preservar uma parte importante da memória do futebol para as futuras gerações.

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